#Instagram - Janeiro 2016

31 janeiro 2016


O primeiro mês do ano tornou-se, desde a entrada no ensino superior, um mês diferente. Se antes retratava mesmo o início de algo, neste momento é o mês de dar tudo por tudo. Pelos trabalhos, pelas frequências, pelas apresentações e pelos exames. E foi o que aconteceu. Felizmente, no meio da correria e do trabalho, consegui tirar uns bons momentos para mim (e não só). 

Consegui dar passeios pelo Porto e (re)conhecer uma cidade que tanto me diz e que é capaz de me fazer tão feliz. Passei belas tardes no conforto da casa da minha avó e tivemos conversas longas e bonitas. Fui até Aveiro, cidade que nunca tinha visitado antes e que me fez sorrir muito. Pensei em mim. Muito. E embora não tenha conseguido o que eu mais queria, fiz progressos. E isto fez com que este mês tivesse sido loooongo, mas gratificante.


(Errar) Decisões

30 janeiro 2016


É muito fácil duvidarmos das escolhas que fizemos e que já não podemos alterar. Tão fácil que, por vezes, isso não sai da nossa cabeça e faz-nos pôr tudo em causa. As questões chegam a uma velocidade alucinante e as respostas ficam encalhadas bem longe do nosso caminho. Quão difícil é sair de uma situação destas...?! O suficiente para fazer alguém perder-se de si próprio. No entanto, é preciso manter a firmeza de que, se em algum momento uma decisão foi tomada da forma que foi, é porque acreditávamos que isso era o melhor que poderíamos fazer. E se mais tarde comprovarmos que não foi o melhor e se não der para voltar atrás e percorrer outros caminhos, construam um. 

Se tudo correr bem, é só mais um exame de fico de férias!

A medida do amor

29 janeiro 2016


É uma idiotice dizer que o amor não se mede. Mede-se. E todos nós o medimos, mesmo que inconscientemente. Seja pelos planos que alguém faz connosco, pela dedicação que têm por nós ou pelo tempo que gastam ao nosso lado. São medidas psicológicas, mas que têm muito peso numa relação. Se assim não fosse, teríamos a certeza absoluta de que o amor é suficiente. E eu não acredito nisso. Existem muitos casais que, por mais que se amem, estão em níveis diferentes e são incapazes que estar à "medida" do outro. Apesar de isso não significar que se amem menos. 

A paz de um pôr-do-sol na praia é inexplicável.

O valor de um ramo de flores

28 janeiro 2016


Se há um tempo atrás me perguntassem o que eu acharia de receber um ramo de flores, provavelmente iria rir-me e dizer "um desperdício de dinheiro". Mas neste momento não é assim. Vejo-o como um ato bonito. De consideração, também. Uma forma simples de mostrar a alguém que é especial. 

Hoje entendo o porquê da cara de felicidade da minha mãe quando lhe ofereci um ramo de flores, há uns bons anos atrás. Custou 7€, só tinha duas rosas, mas eu passei semanas a juntar dinheiro para lhe poder dar este presente sem que ela desconfiasse. Eu sabia, à partida, que as mulheres gostavam destes miminhos, mas não pensei que a reação fosse tão boa como foi. E fiquei vários anos a pensar no que é que aquele gesto poderia significar para alguém. Hoje, já com 20 anos, tenho consciência de que foi das coisas mais bonitas que eu poderia ter feito por ela. Estavamos numa fase má e eu sabia que precisava de a animar. E, curiosamente, aquele ramo ainda permanece na nossa casa. 

"Mãe, porque é que ainda não deitaste fora este ramo?" - perguntei eu de forma inocente enquanto limpavamos a casa. "Porque foste tu que me deste" - dizia ela enquanto esboçava um sorriso e fazia aquela cara de quem está a pensar numa coisa boa. E isto deixou-me de coração cheio. Só espero que, um dia, alguém especial me ofereça um ramo de flores e me faça sentir da mesma forma. E que a minha reação seja, também, um motivo de felicidade. 

27 janeiro 2016


Não há nada como ver um episódio de "The Big Bang Theory" nas pausas do estudo. 

A queda de Wall Street (2015)

26 janeiro 2016

«Truth is like poetry. And most people fucking hate poetry.»


O filme baseia-se numa história verídica que aconteceu há uns anos atrás nos Estados Unidos e mostra-nos a forma como quatro homens previram algo inimaginável: a crise imobiliária. Ao fazê-lo, decidiram lucrar com isso e investiram nessa mesma crise. Mais tarde, em 2008, provou-se que as suas previsões estavam corretas e ganharam uma fortuna, enquanto milhões de pessoas perdiam as suas casas, os seus empregos e as suas reformas. 

Se esperam um filme ao estilo do "Lobo de Wall Street", esqueçam. "A Queda de Wall Street" é muito específico. Diria até que específico demais. E se me perguntarem se percebi o filme, eu digo com toda a certeza que não. Até ao intervalo consegui acompanhar bem os termos todos envolvidos, mas depois foi sempre a piorar. Acho que o meu cérebro deu um nó a determinada altura. A mim e ao resto da sala, pelo que consegui ouvir à saída. 

24 janeiro 2016


Incomoda-me imenso que as pessoas abdiquem do seu direito ao voto. 

Pizzarte - Aveiro


Onde quer que vá, não dispenso uma boa pizza. É, muito provavelmente, a minha comida favorita. Por isso mesmo, e depois de ouvir boas críticas, a minha passagem por Aveiro merecia um paragem na Pizzarte. A localização não é das mais evidentes, mas não é muito longe do centro. No entanto, garanto que vale muito a pena. O espaço é extremamente agradável. Simples mas convidativo, caracterizado principalmente pelo tabuleiro de xadrez gigante que contém e que faz as delícias dos mais pequenos que aproveitam para brincar enquanto esperam para comer. 

O nosso pedido começou com um maravilhoso pão de alho. Bom... O nome é pão de alho, mas de pão não tem nada. É uma espécie de pizza, basicamente. No entanto é delicioso, garanto-vos. De seguida, veio a famosa pizza de fiambre e cogumelos - sou sempre fiel a esta, pelo menos na primeira vez que vou a um restaurante. Não foi a melhor que já comi, mas foi das melhores! Massa fina e bons ingredientes. No fim, já não tive barriga para sobremesa, mas saí dali bem satisfeita com a comida, com o atendimento e com o preço (cerca de 20€ para duas pessoas). 

Cartas


Embora seja muito fácil comunicar rapidamente através da internet ou do telemóvel, não há nada que substitua uma carta. Parece uma coisa do passado, mas eu faço questão que não o seja para mim. Faço questão de escrever cartas às pessoas mais importantes e fico honrada quando elas fazem o mesmo. Um pedaço de papel é capaz de me fazer feliz. E, principalmente, é capaz de me fazer sentir especial. 

Um dia disseram-me que o grande valor das cartas se deve ao facto de estas ficarem para sempre. E eu não podia concordar mais. São sentimentos que ficam ali escritos e que ninguém pode mudar. O poder das palavras torna-se gigante. Fá-las parecer mais verdadeiras. Por muito que a tecnologia possa avançar, nada vai substituir isso. E eu também não.

22 janeiro 2016


A minha relação com o sono é bastante ambígua. Por um lado, gosto de acordar cedo e aproveitar bem o dia. Por outro, se tiver tempo para dormir, não hesito em ficar na cama.

A sorte (e a dificuldade) da escolha


Sou uma sortuda por ter escolhido exatamente o que queria para mim. Não vou dizer que não tive qualquer tipo de pressão, por parte de alguns familiares, na hora da minha decisão. Mas, mais importante do que isso, é o facto de me ter conseguido distanciar da opinião deles e me ter focado em mim, nas minhas escolhas e nos meus desejos. Estou no lugar que escolhi e no curso que escolhi. E se no início tinha as minhas dúvidas, neste momento elas não existem. Eu não me imagino a fazer outra coisa que não seja o que a minha licenciatura me pode proporcionar. E há algo melhor que isso?

Neste momento, a minha maior pressão é o mestrado. Que, pelo que tenho visto, se vai tornar numa decisão ainda mais complicada do que a escolha da licenciatura. Principalmente porque praticamente todas as áreas que posso explorar me suscitam interesse e vontade de experimentar. Sei que ainda tenho algum tempo para tomar esta decisão, mas não gosto de adiar uma coisa tão importante. E sei que vou passar os dias a pensar nisto até ter as minhas ideias definidas e a decisão final tomada. 

21 janeiro 2016


Ao contrário da maioria das pessoas, gosto de ir cortar o cabelo.

@masha_theone no instagram


Uma mãe, dois filhos e um instagram só podiam resultar numa fofura infinita. E eu fico deliciada a ver as fotografias da Masha. Para quem gosta de crianças, o @masha_theone é um mimo. Não há muito que se possa dizer sobre este cantinho. Só posso ficar feliz por ter tido a oportunidade de o encontrar. E essa felicidade é comprovada com o facto de me ter dado ao trabalho de ver todas, mas mesmo todas, as fotografias deste instagram fantástico. 

20 janeiro 2016


Sou péssima a resistir a tentações. 

Aveiro

Fotografias da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Os dias de Aveiro foram muito bons. Não conhecia a cidade, nunca tinha lá ido. Não é grande e num dia é possível ver praticamente tudo, ou até tudo. Vale a pena pelas casas bonitas e pela calma. Também vale a pena pelo fórum que é um lugar agradável e bonito. E, obviamente, pela ria. Um passeio de moliceiro é do melhor que se pode fazer por lá. Quanto à comida, têm sempre os famosos ovos moles e as famosas tripas. Os ovos moles nunca me convenceram muito, nunca os vi como algo de extraordinário. No entanto, nunca tinha provado uma tripa e, apesar de ter ouvido tanta gente falar bem, foi um desilusão porque achei um bocadinho enjoativa. Apesar de tudo, tivemos muita sorte com o sol que esteve, o que tornou os nossos passeios ainda melhores. 

19 janeiro 2016


Não gosto de ver pessoas extremamente maquilhadas e artificiais. 

Welcome in - Aveiro

18 janeiro 2016

Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

A escolha da estadia dos dias em Aveiro não foi muito difícil, confesso. Assim que vi o Welcom In - Suites & Hostel, tive a certeza que seria um ótimo lugar para ficar. As fotografias mostravam um sítio extremamente bonito, com quartos simples e ao mesmo tempo modernos. Como sei que, nestas coisas, as fotografias enganam sempre qualquer pessoa, fiquei um bocadinho reticente. No entanto, no momento em que entrei no edifício, tive a certeza que não tinha razão nenhuma para ter esse pensamento. Foi uma grande surpresa, confesso. Pormenores bonitos e espaços bem decorados. A única coisa que pode ser mais enganadora é o tamanho do quarto, mas rapidamente isso deixa de ser um problema.

Não tive tempo e, também, vontade de tirar quaisquer fotografias, mas podem espreitar mais pormenores deste belo cantinho aqui. Vejam como é encantador. Recomendo, com toda a certeza, a qualquer pessoa. A não ser que tenham algum problema com o facto de não ter elevador. Como fiquei no primeiro andar, não tive grande dificuldade em levar a mala. E também, obviamente, porque estava cheia de vontade de chegar ao quarto. Melhor ainda foi a surpresa ter sido boa. 

14 janeiro 2016

Imagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Oh, hoje o dia foi tão bom!

13 janeiro 2016


O próximo fim-de-semana será passado em Aveiro. Sugestões?

@parisinfourmonths no instagram

11 janeiro 2016


Eu adoro Paris. As ruas bonitas, os edifícios encantadores, os monumentos. Oh, la torre eiffel! É um cliché, mas é tão, tão bonita. Perder-me em Paris seria uma grande felicidade para mim. E, para esquecer um bocadinho os dias atarefados que tenho tido, nada melhor do que recordar esta cidade magnífica através do instagram. Apesar de seguir algumas pessoas que vivem em Paris, a minha favorita é a @parisinfourmonths, que é também autora de um blog. As fotografias dela são encantadoras, sejam em Paris ou não, sejamos sinceros. Os pormenores que ela consegue captar, fazem-me sempre suspirar e sorrir. Se não acreditam, comprovem vós mesmos a genialidade da Carin em cada clique. Tenho a certeza de que não se vão arrepender.

10 janeiro 2016

 

Domingo à noite combina com... pizza!

A minha lareira preferida

09 janeiro 2016

Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Não há sítio mais acolhedor e reconfortante que o cantinho da lareira da minha avó. Todas as semanas, durante o Inverno, eu vou lá. Contamos histórias uma à outra (ai, as histórias dela!), rimos de parvoíces e fico a ouvir os lamentos dela de como era a vida antigamente. E o que ela se farta de falar dessa vida! Não por ter sido melhor, apenas por ter havido uma prioridade de valores diferente daquela que, muitas vezes, se observa nos dias de hoje.

Gratidão. É essa a palavra que associo à minha avó. Ela transpira gratidão. Faz sacrifícios hoje por pessoas que fizeram alguma coisa pela família dela no passado. E eu fico com os olhos a brilhar de cada vez que ela fala disto. Porque é um ser que, embora seja difícil arrancar uma palavra carinhosa, tudo o que faz, é feito com amor. Vem diretamente do coração. E eu só posso desejar ser como ela. Brilhante, humilde e grata. 

08 janeiro 2016


Em 2016 continuo sem ter sorte nas raspadinhas.

06 janeiro 2016


Quando é que desligar e voltar a ligar um aparelho não é a solução para todos os problemas?

O melhor da vida


O amor genuíno, verdadeiro é das coisas mais bonitas que qualquer um de nós pode experimentar. Estar com alguém que se ama e olhar todos os dias com admiração. Ter alguém que nos faça ser a melhor versão de nós mesmos. Saber que para o bem e para o mal, alguém vai estar do teu lado e mostrar-te que és capaz.

Turistando no Porto

05 janeiro 2016

Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização.

Há qualquer coisa de inexplicável que me encanta no Porto. É as ruas, as pessoas, o movimento. Tudo é harmonia e faz-me sentir sempre casa. Um passeio depois de um dia atarafado e desgastante, é a cura para tudo. Ou então um simples café calmo numa esplanada qualquer, enquanto o resto do mundo continua a andar a mil à hora. O Porto faz-me feliz. E tenho pena que a correria dos dias me impeça de conhecê-lo tão bem como gostaria. 

Por isso mesmo, e a pensar já em fazer o ano valer a pena, vou tirar um ou dois dias da próxima semana para ser turista numa cidade que conheço tão bem, mas que não me importo de reconhecer todos os dias. E que bem que me vai saber.

03 janeiro 2016


Em dias cinzentos, um abraço torna-o colorido. Acreditem em mim.

02 janeiro 2016


Não consigo ser organizada sem a minha agenda.

2016 de vontades!

01 janeiro 2016


Esta é, muito provavelmente, a primeira passagem de ano em que não criei expectativa nenhuma no novo ano. Nada de desejos e promessas. Apenas uma vontade enorme de fazer mais por mim mesma. Provar que sou capaz de muito mais do que aquilo que imagino, aprender a dizer "não" com tanta facilidade como digo "sim", contornar os obstáculos que me têm feito ficar encalhada. Só isto. 

Um bom ano para todos. Façam por serem felizes.
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