Ho! Ho! Ho!

24 dezembro 2016


O que me apaixona no Natal é isto mesmo: a família unida com um único propósito. Enchemos a casa dos mais variados doces, pomos o bacalhau de molho, deixamos o cheiro da canela espalhar-se por todos os cantos, enfeitamos uma mesa para que esteja tudo perfeito para receber aqueles que mais amamos. E é isso mesmo que faz desta época do ano tão especial. Se me perguntassem quantas vezes eu comemoraria o Natal durante o ano, caso me fosse permitido, eu não teria uma resposta certa para dar. Na realidade, sinto que muitas vezes celebro o Natal ao longo do ano, mas em contextos muito diferentes. Eu celebro o Natal quando me esforço para reunir a família toda à volta da mesa, quando faço um bolo só para ver a minha avó feliz ou quando obrigo a minha mãe a ir lanchar fora porque lhe vai fazer bem sair de casa. Isto é o Natal do dia-a-dia. E o Natal que celebramos hoje serve só para relembrar que essas coisas valem a pena e que podemos celebrá-lo sempre que quisermos. Por isso, sejam felizes, façam as pessoas que vos rodeiam felizes e comam muito. 

Um feliz Natal para todos! 

Não há distância que destrua o amor

22 dezembro 2016


A forma como encaramos as circunstâncias diz muito sobre nós, mas a forma como damos a volta ao inevitável define completamente aquilo que somos.  E o Natal é a melhor definição daquilo que somos enquanto família. Não dá para duvidar disso. A último vez que nos reunimos todos, de verdade, à volta de uma mesa foi em 2011. Já foi há tanto tempo... E, apesar de ter tudo para ser uma coisa triste, não o é. Na verdade, reuni-mo-nos todos à volta da mesa da casa da avó todos os anos, ainda que virtualmente. Todos os anos deixamos o computador com a câmara ligada durante horas para que possamos sentir um bocadinho daquilo que os 2700km que nos separam não nos permitem. Pode parecer absurdo, mas já se tornou numa coisa típica. Jantamos, ligamos o computador para falarmos e, horas depois, desligamos para que possam, também eles, ir jantar. E este ritual faz-me ter, ano após ano, o mesmo pensamento: eu não poderia ter tido uma família melhor. 

Christmas Wishlist

14 dezembro 2016



Com uns dias de atraso mas sempre a tempo, apresento-vos a minha wishlist para este Natal. Não é extensa, nem com valores extremamente inacessíveis. Para começar há duas coisas de que necessito urgentemente: uma carteira e uma base. A carteira porque a minha está mesmo muito gasta, apesar de a adorar e saber que me vai custar imenso deixar de a usar, e a base porque não tenho nenhuma que seja indicada para o meu tom de pele no Inverno.

Depois, vamos às coisas mais materialistas. Escolhi este livro, primeiro, porque ando com uma vontade enorme de ler um livro há muito tempo e, segundo, porque esta história em particular me cativou. O anel, por sua vez, é algo que ando a namorar há muito tempo. De vez em quando, lá vou eu ao site e fico a olhar para ele (e para mais uns quantos). É simples como eu gosto e, apesar de parecer um acessório sem graça, garanto-vos que fica lindo. Ou então é só de mim que, só assim por acaso, adoro anéis. E, por fim, o alisador. Nunca comprei nenhum antes porque só este verão é que descobri o quanto gosto de me ver com o cabelo esticado, apesar de continuar a adorar os meus caracóis. 

11 dezembro 2016


Eu sou muito feliz sentada numa mesa rodeado de bons amigos.

Gift guide: Para eles

10 dezembro 2016


Camisa SacoorPerfume Paco RabanneChocolate HusselGorro ZaraCarteira Massimo Dutti

Eu não sei quanto a vocês, mas para mim o mais difícil é escolher um presente para homens. Não sei se é porque nunca cresci com uma figura masculina que me permitisse conhecer melhor o lado deles ou porque, simplesmente, é mesmo difícil. Para ser muito sincera, foram muito poucas as vezes em que eu comprei um presente para alguém do sexo masculino e achei que era o presente perfeito. Mas sempre que é preciso, eu esforço-me mesmo. E acho que, no fundo, o segredo passa por conhecer bem a pessoa e os seus gostos e, mais importante que tudo, estar atento aos detalhes e ao que ela diz. Porque no dia-a-dia vamos expressando os nossos gostos e, sem darmos por isso, acabamos de facilitar a vida a alguém.  Mas se, pelo contrário, não conseguiram entrar no mundo da outra pessoa e descobrir o que o faria mais feliz, deixo-vos com umas sugestões seguras que nunca são demais para um homem. 

Modo Natal: ON!

08 dezembro 2016


Uma das coisas que mais me entusiasma na decoração de Natal é a árvore. Ainda estávamos em Novembro e eu não resisti... Fui buscar a árvore e montei-a num instante antes que a minha mãe chegasse. Ela não ia demorar e eu tinha que ser muito rápida porque, depois de ela estar de pé, já não havia volta a dar. Quando a minha mãe chegou ficou surpreendida a olhar para aquilo e só lhe ocorreu dizer "Mas ainda estamos em Novembro". E eu, uma eterna entusiasmada com o Natal, só sorri e rematei com um "Vamos, mas é, decorá-la". E assim foi. Mais cedo do que nos anos anteriores, mas com o mesmo entusiasmo e o mesmo sentimento de gratidão. E com uma vontade enorme de ter a mesa coberta com a toalha vermelha e dourada que eu adoro, com os doces feitos com carinho e com o bacalhau cozido na perfeição.

À procura de Dory (2016)

05 dezembro 2016


Ainda me lembro do dia em que a minha mãe me comprou o DVD do filme "À procura de Nemo" e da quantidade de vezes que eu coloquei aquele CD a dar. Definitivamente, foi um filme que marcou a minha infância. Marcou-me tanto que eu exigia a todas as pessoas que fossem lá a casa que o vissem comigo. Havia qualquer coisa de especial que me tinha cativado verdadeiramente e que eu não sabia explicar muito bem. Hoje entendo que, muito provavelmente, foi por, pela primeira vez em toda a minha vida, me ter deparado com o verdadeiro poder do amor de um pai pelo seu filho. Aquilo fez-me ter muitos sentimentos que, em primeiro, eu não sabia como eram e que, em segundo, eu não fazia ideia que existiam.

Obviamente, eu fiquei extremamente entusiasmada quando soube do "À procura de Dory". Principalmente por se tratar de uma personagem que, embora apareça durante todo o filme anterior, não nos foi revelado praticamente nada sobre ela. Não sabíamos de onde tinha vindo, como tinha ido ali parar ou se ela tinha uma família. E este filme vem esclarecer-nos todas essas questões, a partir do momento em que Dory tem um recordação da sua infância e decide ir à procura dos seus pais, acompanhada do Nemo e do Marlin. 

Atravessar o oceano torna-se, desta vez, uma tarefa bem mais fácil, comparativamente à primeira vez que o fizeram, mas isso não significa que não existam outros novos problemas a impossibilitarem uma viagem tranquila. No entanto, como ser Dory é ser espontânea e, digamos, impulsiva, o seu instinto vai levá-la bem longe nesta aventura. E, curiosamente, levou-me a mim também. No início fiquei com medo que o filme se tornasse aborrecido e muito repetitivo, mas isso não aconteceu. Eu adorei o filme da mesma forma que o primeiro, apesar de todos os anos que os separam.

02 dezembro 2016


Hoje confirmei uma coisa: não fui feita para andar em shoppings.

Gift guide: Para elas

01 dezembro 2016



Dezembro chegou num instante e, quando dei por mim, já estava eu de volta da lista das prendas para oferecer àqueles que me são mais próximos e aos quais tenho muito a agradecer por estarem, dia após dia, ao meu lado. Por isso mesmo, decidi partilhar também com vocês umas sugestões de prendas que, verdade seja dita, nem eu me importava de receber. Hoje dedica-mo-nos às mulheres, mas virão mais sugestões.
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